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domingo, 17 de junho de 2012

GENTE É BICHO E BICHO É GENTE, DE PEDRO OLIVEIRA E O BICHO, DE MANUEL BANDEIRA


TEXTO I
GENTE É BICHO E BICHO É GENTE

Querido Diário, não tenho mais dúvida de que este mundo está virado ao avesso! Fui ontem à cidade com minha mãe e você não faz ideia do que eu vi. Uma coisa horrível, horripilante, escabrosa, assustadora, triste, estranha, diferente, desumana... E eu fiquei chateada.

Eu vi um homem, um ser humano, igual a nós, remexendo na lata de lixo. E sabe o que ele estava procurando? Ele buscava, no lixo, restos de alimento. Ele procurava comida!
Querido Diário, como pode isso? Alguém revirando uma lata cheia de coisas imundas e retirar dela algo para comer? Pois foi assim mesmo, do jeitinho que estou contando. Ele colocou num saco de plástico enorme um montão de comida que um restaurante havia jogado fora. Aarghh!!! Devia estar horrível!
Mas o homem parecia bastante satisfeito por ter encontrado aqueles restos. Na mesma hora, querido Diário, olhei assustadíssima para a mamãe. Ela compreendeu o meu assombro. Virei para ela e perguntei: “Mãe, aquele homem vai comer aquilo?” Mamãe fez um “sim” com a cabeça e, em seguida, continuou: “Viu, entende por que eu fico brava quando você reclama da comida?”.
É verdade! Muitas vezes, eu me recuso a comer chuchu, quiabo, abobrinha e moranga. E larguei no prato, duas vezes, um montão de repolho, que eu odeio! Puxa vida! Eu me senti muito envergonhada!
Vendo aquela cena, ainda me lembrei do Pó, nosso cachorro. Nem ele come uma comida igual àquela que o homem buscou do lixo. Engraçado, querido Diário, o nosso cão vive bem melhor do que aquele homem. Tem alguma coisa errada nessa história, você não acha?
Como pode um ser humano comer comida do lixo e o meu cachorro comer comida limpinha? Como pode, querido Diário, bicho tratado como gente e gente vivendo como bicho? Naquela noite eu rezei, pedindo que Deus conserte logo este mundo. Ele nunca falha. E jamais deixa de atender os meus pedidos. Só assim, eu consegui adormecer um pouquinho mais feliz.

(OLIVEIRA, Pedro Antônio. Gente é bicho e bicho é gente. Diário da Tarde. Belo Horizonte, 16 out. 1999).

CONVERSANDO SOBRE O TEXTO

1)       1. Qual é o título do texto?

2)      2.  Qual é o gênero textual desse texto?

3)       3. Que características diferenciam esse gênero dos outros gêneros?

4)      4.  Qual o objetivo do texto?

5)      5.  Qual é o papel desse gênero na sociedade?

6)       6. Onde esse gênero circula?

7)       7. A quem se dirige o texto?

8)       8. Qual é o tema do texto?

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

QUESTÃO 09. Na frase “Querido Diário, não tenho mais dúvida de que este mundo está virado ao avesso!”, a expressão destacada quer transmitir a ideia de que o mundo

A (   ) não está em harmonia, uma vez que seus elementos estão coordenados.
B (   ) está em harmonia, já que seus elementos não estão nos devidos lugares.
C (   ) está em desarmonia, já que seus elementos estão perfeitamente interligados.
D (   ) está organizado harmonicamente, com seus elementos fora dos padrões estabelecidos.
E (   ) não está em harmonia, já que seus elementos não estão nos devidos lugares.

QUESTÃO 10. No trecho “Ele colocou num saco de plástico enorme um montão de comida que um restaurante havia jogado fora. Aarghh!!! Devia estar horrível!” se estabelecem relações de sentido de

A (   ) fato / consequência.
B (   ) fato / causa.
C (   ) fato / finalidade.
D (   ) fato / oposição
E (   ) fato / opinião.


QUESTÃO 11. Analise as afirmativas abaixo, observando se são falsas (F) ou verdadeiras (V).

I –  (   ) No trecho “Ele colocou num saco de plástico enorme um montão de comida que um restaurante havia jogado fora. Aarghh!!!”, a narradora sente nojo do fato de o homem recolher comida do lixo.
II – (   ) Em “Puxa vida! Eu me senti muito envergonhada!”, a personagem mostra-se indiferente à situação vivenciada pelo homem.
III – (   ) Em “Como pode, querido Diário, bicho tratado como gente e gente vivendo como bicho?”, a narradora mostra-se revoltada com o fato de um ser humano ter condições de vida inferiores às condições de vida de um animal.
IV – (   ) Em “Ele nunca falha. E jamais deixa de atender os meus pedidos.”, a narradora deposita, em um figura divina, sua esperança de mudança para a triste situação que presenciou.

A sequência CORRETA é

A (   ) V – V – V – F.
B (   ) V – F – F – V.
C (   ) V – V – F – V.
D (   ) V – F – V – V.
E (   ) V – F – F – F.

QUESTÃO 12. Atentando para os elementos narrativos que constituem o texto I, é CORRETO afirmar que

A (   ) possui um narrador em 3ª pessoa, o qual participa dos fatos por ele narrado.
B (   ) embora não fique explícito, compreende-se que o espaço em que a narradora presencia o fato central da história é a rua de uma cidade.
C (   ) as falas dos personagens são marcadas pelo travessão, já que o discurso é direto.
D (   ) a narradora relata o fato ao mesmo tempo em que ele ocorre.
E (   ) possui um narrador em 1ª pessoa, o qual não participa dos fatos narrados.

QUESTÃO 13. Observe a sequência de fatos, retirada do texto I.

(   ) Um homem sente-se satisfeito por encontrar o que comer no lixo.
(   ) A narradora se envergonha por presenciar um homem na humilhante situação de procurar comida no lixo.
(   ) A narradora vê um ser humano buscando o que comer no lixo.
(   ) A narradora conclui que um animal doméstico tem uma vida bem melhor que a do homem que busca alimento no lixo.
(   ) A narradora reza, pedindo a intervenção de Deus.

Ao se enumerar a sequência de fatos acima, de modo crescente, de forma a estabelecer uma sequência lógica de ações, tem-se como opção CORRETA a numeração

A (   ) 2 – 3 – 1 – 4 – 5.
B (   ) 1 – 3 – 2 – 4 – 5.
C (   ) 3 – 1 – 4 – 2 – 5.
D (   ) 5 – 3 – 4 – 2 – 1.
E (   ) 3 – 5 – 4 – 2 – 1.

COMPREENDENDO O TEXTO

QUESTÃO 14. O texto lido é do gênero “Relato Pessoal”, do tipo “Diário”. Que marcas textuais comprovam essa afirmativa?

QUESTÃO 15. A narradora inicia seu relato afirmando não ter mais dúvida de que o mundo está “virado ao avesso”? Por que ela afirma isso?


QUESTÃO 16. O texto aborda uma problemática social muito específica. Indique tal problemática e justifique sua resposta.

QUESTÃO 17. Em certo trecho, a narradora se diz muito envergonhada? Do que ela se envergonha?

QUESTÃO 18. A narradora compara a vida de seu cachorro à vida do homem que buscava comida no lixo. A partir dessa comparação, pode-se afirmar que o autor do texto quer mostrar a vida humana, muitas vezes, sendo menos valorizada que a vida de um animal? Justifique seus comentários.

QUESTÃO 19. No final do relato, a narrador deposita sua confiança em um ser divino. Por que ela não deposita essa confiança em outro ser humano? Explique.

QUESTÃO 20. Em sua opinião, o que pode ser feito para diminuir o sofrimento de pessoas como o homem retratado no relato? Justifique.

Gramática aplicada ao texto

QUESTÃO 21. No primeiro parágrafo do texto I, há a seguinte estrutura frasal: “Uma coisa horrível, horripilante, escabrosa, assustadora, triste, estranha, diferente, desumana... E eu fiquei chateada”. Quanto ao uso das reticências, levando-se em conta o CONTEXTO, é CORRETO afirmar que

A (   ) foram usadas com o nítido objetivo de dar fim à linha de pensamento da narradora, a qual se mostra indiferente ao que viu.
B (   ) foram usadas com a intenção de demonstrar que a narradora não consegue mais encontrar adjetivos que possam expressar seu choque diante da cena que viu.
C (   ) foram usadas para demonstrar uma interrupção na linha de raciocínio da narradora, que se mostra afetada positivamente com o que viu.
D (   ) foram usadas para demonstrar que a narradora está em dúvida, pois tem a sensação de que o que viu é um sonho.
E (   ) foram usadas para demonstrarem que a narradora encontrou todos os adjetivos possíveis para expressarem suas dúvidas diante do que viu.


QUESTÃO 22. O quarto parágrafo do texto é iniciado pela palavra “MAS”, cuja função, nesse contexto, é

A (   ) estabelecer uma relação de oposição entre o que a narradora viu e a atitude do homem em recolher os restos de comida do lixo.
B (   ) estabelecer uma relação de alternância entre a atitude do homem em recolher restos de comida, no terceiro parágrafo, e mostrar-se contente com isso, no quarto parágrafo.
C (   ) estabelecer uma relação de oposição entre o fato de a narradora achar que a comida do lixo era péssima, e ele demonstrar contentamento com o que encontrou.
D (   ) estabelecer uma relação de oposição entre o fato de a narradora mostrar repugnância com a situação em que se encontra o homem e o assombro dela perante o que presenciou.
E (  ) estabelecer uma relação de alternância entre o fato de o homem revirar a lata de lixo e a mãe da narradora ficar brava com a filha por ela reclamar da comida.


QUESTÃO 23. Na frase “Viu, entende por que eu fico brava quando você reclama da comida?”
se a mãe tivesse usado a segunda pessoa do singular em lugar da terceira pessoa, teríamos:

A (   ) Viste, entendes por que eu fico brava quando tu reclamas da comida?
B (   ) Vistes, entendes por que eu fico brava quando tu reclamas da comida?
C (   ) Viste, entende por que eu fico brava quando tu reclama da comida?
D (   ) Viste, entendes por que eu fico brava quando tu reclama da comida?
E (   ) Vistes, entende por que eu fico brava quando tu reclamas da comida?

QUESTÃO 24. Em “Como pode um ser humano comer comida do lixo e o meu cachorro comer
comida limpinha?”, é CORRETO afirmar que

A (   ) a presença do vocábulo “um”, precedendo a expressão “ser humano”, indica que a narradora fala de um elemento já conhecido, determinado.
B (   ) a palavra “um”, no contexto em análise, transmite a ideia de quantidade.
C (   ) a narradora usou o vocábulo “o” antes da palavra “meu” porque se referia a um elemento já conhecido, específico.
D (   ) tanto a palavra “um”, quanto o vocábulo “o” têm, nesse contexto, valor indefinido.
E (   ) a narradora usou o vocábulo “o”, antes da palavra “meu”, porque ela se refere a um elemento não especificado, desconhecido.

INTERTEXTUALIDADE ENTRE DIFERENTES GÊNEROS TEXTUAIS

TEXTO II

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.

(BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Companhia José Aguilar Editora, 1974).

QUESTÃO 25. Assim como a narradora do texto I, a voz poética do texto II

A (   ) presencia uma situação de degradação do ser humano, que é rebaixado à condição de “bicho”.
B (   ) presencia um fato isolado socialmente, que era muito comum em sua rotina.
C (   ) presencia um fato comum à sociedade (o homem rebaixado à condição de “bicho”), mostrando-se indiferente a ele.
D (   ) presencia um fato raríssimo na sociedade atual, mostrando-se apavorada com tal situação.
E (   ) presencia uma situação de exaltação do ser humano, que é rebaixado à condição de bicho.

QUESTÃO 26. A ideia principal do texto II está contida na frase:

A (   ) A fome causa estranheza em quem a sente e indiferença em quem presencia alguém passando fome.
B (   ) A fome reduz quem a sente à condição de animal e causa assombro em quem presencia alguém passando fome.
C (   ) A fome reduz quem a sente e quem presencia alguém passando fome à condição de animal.
D (   ) A fome reduz o homem e o animal a uma condição que causa espanto em quem a presencia.
E (   ) A fome causa indiferença em quem a sente e em quem presencia alguém passando fome.

QUESTÃO 27.  A expressão “Meu Deus” significa que o autor:
A ( ) alegrou-se com a cena.
B ( ) ficou indiferente.
C ( ) solucionou um problema social.
D ( ) fiou chocado com o espetáculo.

QUESTÃO 28.  A causa principal da nossa admiração pela poesia é porque:
A ( ) o autor retratou a cena que humilha a condição humana.
B ( ) o autor procurou comparar o homem com cães e gatos.
C ( ) o homem já não vive mais nesse ambiente de miséria.
D ( ) é falsa a notícia de que a humanidade passa fome.

QUESTÃO 29. Essa admiração nos dá o sentimento de:
A) ( ) prazer.
B) ( )admiração.
C) ( ) pena.
D) ( ) desprezo.

 QUESTÃO 30. A intenção do autor ao usar a palavra “bicho” parece que:
A ( ) procurou chamar a nossa atenção para animais do lixo.
B ( ) a história é mesmo sobre um lixo.
C ( ) o homem se viu reduzido a condição de animal.
D ( ) o homem deve ser tratado como animal.

QUESTÃO 31. O que motivou o bicho a catar restos foi:
A) ( ) a própria fome.
B) ( ) a imundice do pátio.
C) ( ) o cheiro da comida.
D) ( ) a amizade pelo cão.

QUESTÃO 32. O assunto do texto é:
A ( ) a imundice de um pátio.
B ( ) um bicho faminto.
C ( ) a comida que as pessoas jogam fora.
D ( ) a triste situação de um homem.

QUESTÃO 33. Destaque o verbo nesta frase: “Vi ontem um bicho na imundice do pátio.”

QUESTÃO 34.  Este poema serve para:
A ( ) distrair.
B ( ) informar sobre um acontecimento.
C ( ) partilhar um sentimento.
D ( ) informar sobre a vida de um homem.

QUESTÃO 35. Esse texto apresenta:
A ( ) fato.
B ( ) opinião.
C ( ) descrição.

INTERTEXTUALIDADE

QUESTÃO 36. Assinale a opção correta.
Os autores dos dois textos falam sobre o mesmo assunto. O assunto abordado nos dois textos é:
(    ) os textos abordam uma problemática social muito específica, a fome; e tanto no texto I quanto no texto II, o narrador e o eu-lírico mostram –se indignados com a cena observada.
(    ) os textos mostram a igualdade entre o ser humano.
(    ) os textos mostram o ser humano reduzido a condição de animal e, isso não causa indiferença em quem presencia.
(    ) tanto o narrador do texto I quanto o eu-lírico do texto II veem um ser humano buscando o que comer no lixo e ambos reagem a esta cena com indiferença.
(    ) N.D.A.



GRAMÁTICA APLICADA AO TEXTO

QUESTÃO 37. Circule os artigos e faça uma seta indicando os substantivos a que se referem (texto II).

QUESTÃO 38. O nome bicho aparece na primeira estrofe como: um bicho e, na terceira estrofe, como: o bicho. Explique a mudança que ocorreu do artigo indefinido para o artigo definido.

QUESTÃO 39. Nos trechos “Querido Diário, não tenho mais dúvida de que este mundo está virado ao avesso!” e “Uma coisa horrível, horripilante, escabrosa, assustadora, triste, estranha, diferente, desumana...”, a vírgula foi utilizada, respectivamente, para separar

(   ) o aposto e os termos de uma enumeração.
(   ) o vocativo e o adjunto adverbial de modo.
(   ) o aposto e o adjunto adverbial de modo.
(   ) o vocativo e os termos de uma enumeração.

QUESTÃO 40. A única opção em que a vírgula foi utilizada pelo mesmo motivo que no trecho “Ele buscava, no lixo, restos de alimento.” é
(   ) Antônio, sem que eu visse, entrou no salão.
(   ) Joaquina, avó de Isadora, virá nos visitar hoje.
(   ) Ao entrar no amplo salão, Marcela chamou a atenção de todos.
(   ) Em Búzios, conheci um agradável grupo de jovens.

QUESTÃO 41. Em “Querido Diário, não tenho mais dúvida de que este mundo está virado ao avesso!”, as palavras destacadas são acentuadas, respectivamente, por se enquadrarem nas regras das

(   ) paroxítonas, proparoxítonas, oxítonas.
(   ) proparoxítonas, proparoxítonas, oxítonas.
(   ) paroxítonas, paroxítonas, oxítonas.
(   ) proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas.

QUESTÃO 42. Em “Eu vi um homem, um ser humano, igual a nós, remexendo na lata de lixo.”, as preposições destacadas, respectivamente, têm valor semântico de

(   ) lugar / matéria.
(   ) definição / lugar.
(   ) lugar / definição.
(   ) lugar / lugar.

QUESTÃO 43. No texto II, há a presença dos vocábulos “imundície”, “detritos” e “voracidade”, cujos sinônimos, de acordo com o contexto, são, RESPECTIVAMENTE:

A (   ) sujeira / dedos / rapidez.
B (   ) sujeira / restos / fome.
C (   ) sujeira / dedos / fome.
D (   ) sujeira / restos / rapidez.
E (   ) sujeira / rapidez / fome.

QUESTÃO 44. O enunciado em que a palavra destacada é acentuada pelo mesmo motivo que o vocábulo “IMUNDÍCIE” é:

A (   ) Os alimentos a serem doados para o asilo estão no sótão.
B (   ) O problema da fome deve ser debatido. Excluí-lo do debate, não colabora para que se encontrem soluções.
C (   ) As crianças decidiram prestar auxílio à pobre família.
D (   ) É incrível que ainda não se tenha encontrado uma solução viável para o problema da fome.
E (   ) A única saída para o problema da fome é a participação de todos.

QUESTÃO 45. Embora o texto II seja um poema, é possível identificar nele uma sucessão de acontecimentos. Os verbos que demonstram a sucessão cronológica das ações executadas pelo homem que busca o que comer no lixo, são:

A (   ) CATAR / ACHAR / ENGOLIR.
B (   ) VER / CATAR / CHEIRAR.
C (   ) CATAR / ACHAR / CHEIRAR.
D (   ) VER / CATAR / EXAMINAR.
E (   ) CATAR / ACHAR / EXAMINAR.

QUESTÃO 46. Os vocábulos BICHO / ONTEM / CATANDO, quanto à classe de palavras a que pertencem, igualam-se, RESPECTIVAMENTE, a:

A (   ) coisa / imundície / comida.
B (   ) achava / examinava / engolia.
C (   ) coisa / não / engolia.
D (   ) cão / deus / engolia.
E (   ) examinava / gato / meu.

QUESTÃO 47. Após uma análise gramatical do texto II, é CORRETO afirmar que

A (   ) os verbos destacados nos versos “Vi ontem um bicho” e “Quando achava alguma coisa” encontram-se no mesmo modo e tempo verbal.
B (   ) a preposição sublinhada em “Engolia com voracidade” transmite a ideia de “companhia”.
C (   ) o trecho “Quando achava alguma coisa, / não examinava nem cheirava” permanecerá com o sentido inalterado se a palavra em destaque for substituída pela palavra “porém”.
D (   ) haverá alteração de sentido se a palavra destacada em “Quando achava alguma coisa” for substituída pelo vocábulo “se”.
E (   ) os verbos destacados nos versos “Vi ontem um bicho” e “Quando achava alguma coisa” encontram-se no mesmo modo e tempo verbal.

QUESTÃO 48. Observe o seguinte trecho do texto II:
“O bicho não era um cão / Não era um gato, / Não era um rato.”
Os substantivos coletivos dos vocábulos destacados são, RESPECTIVAMENTE:
A (   ) alcateia / ninhada.
B (   ) matilha / ninhada.
C (   ) matilha / alcateia.
D (   ) ninhada / matilha.
E (   ) alcateia / matilha.



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