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segunda-feira, 28 de junho de 2010

A POÉTICA DE ARLINDA MORBECK

            BIOGRAFIA DA AUTORA
          
            Arlinda Pessoa Morbeck nasceu em Salvador – BA, em 1889. Viveu em Mato Grosso, de 1911 a 1940, para onde veio logo após se casar com José Morbeck. Em Mato Grosso, residiu em Cuiabá de 1911 a 1916. Em 1916, Arlinda Pessoa Morbeck transferiu-se para Registro do Araguaia, hoje Araguaiana. Em 1924, ela mudou-se para esse município, onde permaneceu até 1940.
Sua vida foi toda dedicada ao magistério, assim, Arlinda deixou-nos também uma extensa produção literária, sistematizada em dezoito volumes, entre poesia e crônicas. De toda a sua obra, o único livro publicado é uma coletânea denominada “Poesias”, editada artenalmente pelo historiado Valdon Varjão, após a morte da autora.
Em “Poesias” encontramos temas diversificados, como a família, a Pátria, temas alusivos a datas comemorativas, até textos-propaganda de jornais.
Entretanto, o que se sobressai na poética de Arlinda Morbeck é o caráter confessional da sua obra, que, assumindo, em algumas vezes, o estatuto de memória, e, em outras, o de diário, nos relata os dramas de uma alma feminina as voltas com problemas conjugais.

LITERATURA DE ARLINDA MORBECK

A concepção de literatura de Arlinda Morbeck passa antes por um processo de personalização do livro, visto como companheiro, como confidente. E é através de seus poemas-debafo que conhecemos a visão do sentimento amoroso que nos é passado na lírica de Arlinda Morbeck.
O amor é, pois o suporte temático da obra de Arlinda Morbeck, afirmando-se como enigma e obsessão. Zelos materiais ou filiais também transitam em seus textos, todavia com menos intensidade, pois a grande chama que impusiona a pena de Arlinda Morbeck é de fato o amor conjugal. Expondo as intempéries sde um coração aflito envolto em dramas amorosos, a autora denuncia a relatividade da vida e das relações humanas, destilando um sumo amargo que nos possibilita caracterizar muitos de seus poemas como existenciais.
A poesia de Arlinda Morbeck, soerguida nas emoções, retrata um eu lírico submerso na solidão, nas incertezas e na angústia. E é através do mapeamento destas sensações e sentimentos que o amor é exposto, sob enfoques diversos, como:

I – O amor-ilusão;
II – O amor venturoso;
III – O amor platônico.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

MAGALHÃES, Hilda Dutra. História da literatura de Mato Grosso: século XX. Cuiabá: Unicen Publicações, 2001.

CONTINUA...












































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































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