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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

"DOM CASMURRO", DE MACHADO DE ASSIS




LEIA A OBRA NA ÍNTEGRA, NO ENDEREÇO ABAIXO.

http://stat.correioweb.com.br/arquivos/educacao/arquivos/MachadodeAssis-DomCasmurro0.pdf

Sobre a obra

O livro “Dom Casmurro” (1899) conta a história de Bento Santiago, mais conhecido como Dom Casmurro. Para preencher a vida pacata, Dom Casmurro resolve contar suas lembranças, isto é, atar as duas pontas da vida, a adolescência e a maturidade.
Adolescente, Bentinho descobre-se apaixonado por Capitu. Inteligente, Capitu convence Bentinho a não concordar com o projeto de sua mãe, Dona Glória, que queria fazê-lo padre. A vida toma o rumo que desejam os apaixonados e eles se casam. Tudo corre bem, até o dia em que brota o ciúme e a história de amor transforma-se em suspeita de traição.
Mordido pela dúvida de que o pequeno Ezequiel não seja seu filho, mas de seu amigo Escobar, com que aparenta visível semelhança, impõe a separação à Capitu. Os três partem para a Europa e Bentinho volta logo depois sozinho.
Capitu morre alguns anos mais tarde no continente europeu e Ezequiel tem o mesmo destino no Oriente onde foi estudar.

"Dom Casmurro", de Machado de Assis, traz memórias de um personagem amargurado que acredita ter sido traído pela mulher.
Bento Santiago, o amargurado e solitário personagem-narrador, diz ter sido traído por Capitu. Esse suposto adultério é pano de fundo para que Machado de Assis introduza de forma inovadora questões relativas à situação da mulher.
Publicado pela primeira vez em 1899, Dom Casmurro é uma das grandes obras de Machado de Assis e confirma o olhar certeiro e crítico que o autor estendia sobre toda a sociedade brasileira. Também a temática do ciúme, abordada com brilhantismo nesse livro, provoca polêmicas em torno do caráter de uma das principais personagens femininas da literatura brasileira: Capitu.

Sobre o autor


Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e faleceu na mesma cidade em 1908. Filho de mulato brasileiro e de branca portuguesa, era gago, epiléptico e pobre e não pôde estudar em escolas. Tornou-se, contudo, um grande autodidata.
Machado de Assis foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, em 1897. O escritor tem estilo clássico e sóbrio, com frases curtas e bem construídas e vocabulário muito rico.
Sua obra é de análise de personagens e seus tipos são inesquecíveis e verdadeiros. Entre as principais obras estão: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891).

MUITAS LEITURAS

Há uma discussão em torno da obra que alimenta os espíritos mais inflamados: Capitu traiu ou não seu marido Bento Santiago, o Bentinho?
O romance, entretanto, presta-se a muitas leituras, e é interessante ver como a recepção ao livro se modificou com o passar do tempo. Quando foi lançado, era visto como o relato inquestionável de uma situação de adultério, do ponto de vista do marido traído. Depois dos anos 1960, quando questões relativas aos direitos da mulher assumiram importância maior em todo o mundo, surgiram interpretações que indicavam outra possibilidade: a de que a narrativa pudesse ser expressão de um ciúme doentio, que cega o narrador e o faz conceber uma situação imaginária de traição.
Machado de Assis, autor sutil e de penetração aguda em questões sociais, arma o problema e testa seu leitor. É impressionante como isso vale ainda hoje, mais de um século depois do lançamento do livro. O romance é a história de um homem de posses que ama uma moça pobre e esperta e se casa com ela. Em sua velhice, ele escreve um romance de memórias para compreender melhor a vida.
Capitu, até a metade do livro, é quem dá as cartas na relação. É inteligente, tem iniciativa, procura articular maneiras de livrá-lo do seminário, etc. Trata-se de uma garota humilde, mas avançada e independente, muito diferente da mulher vista como modelo pela sociedade patriarcal do século XIX. Nesse sentido, Capitu representa no livro duas categorias sociais marginalizadas no Brasil oitocentista: os pobres e as mulheres. A personagem acabará por “perturbar” a família abastada, ao casar-se com o homem rico.
Percebe-se, por isso, o peso do possível adultério em suas costas. Não se trata apenas de uma questão conjugal entre iguais, mas de uma condenação de classe. Bentinho utiliza o arbítrio da palavra para culpar sua esposa. Mas é ele quem narra os acontecimentos e, por isso, pode manipular os fatos da maneira que melhor lhe convém. Não se sabe até que ponto os fatos relatados correspondem ao que ocorreu, ou são uma interpretação feita pelo personagem, que, além de tudo, escreve que não tem boa memória.
Nesse sentido, a questão central do livro não é o adultério, e sim como Machado introduz na literatura brasileira o problema das classes e, ainda, de forma inovadora, a questão da mulher. Dom Casmurro coloca no centro de sua temática a menina que não se deixa comandar e, em virtude disso, perturba a ordem vigente naquele ambiente social estreito e conservador.

ENREDO

O romance inicia-se numa situação posterior a todos os seus acontecimentos. Bento Santiago, já um homem de idade, conta ao leitor como recebeu a alcunha de Dom Casmurro. A expressão fora inventada por um jovem poeta, que tentara ler para ele no trem alguns de seus versos. Como Bento cochilara durante a leitura, o rapaz ficou chateado e começou a chamá-lo daquela forma.
O narrador inicia então o projeto de rememorar sua existência, o que ele chama de “atar as duas pontas da vida”. O leitor é apresentado à infância de Bentinho, quando ele vivia com a família num casarão da rua de Matacavalos.
O primeiro fato relevante narrado é também seu primeiro motivo de preocupação. Bentinho escuta uma conversa entre José Dias e dona Glória: ela pretende mandá-lo ao seminário no cumprimento de uma promessa feita pouco antes de seu nascimento. A mãe, que já havia perdido um filho, prometera que, se o segundo filho nascesse “varão”, ela faria dele padre. Na conversa, dona Glória soubera da amizade estreita entre o menino e a filha de Pádua, Capitolina.
Bentinho fica furioso com José Dias, que o denunciara, e expõe a situação a Capitu. A menina ouve tudo com atenção e começa a arquitetar uma maneira de Bentinho escapar do seminário, mas todos os seus planos fracassam. O garoto segue para o seminário, mas, antes de partir, sela, com um beijo em Capitu, a promessa de que se casaria com ela.
No seminário, Bentinho conhece Ezequiel de Souza Escobar, que se torna seu melhor amigo. Em uma visita a sua família, Bentinho leva Escobar e Capitu o conhece.
Enquanto Bentinho estuda para se tornar padre, Capitu estreita relações com dona Glória, que passa a ver com bons olhos a relação do filho com a garota. Dona Glória ainda não sabe, contudo, como resolver o problema da promessa e pensa em consultar o papa. Escobar é quem encontra a solução: a mãe, em desespero, prometera a Deus um sacerdote que não precisava, necessariamente, ser Bentinho. Por isso, no lugar dele, um escravo é enviado ao seminário e ordena-se padre.


TRISTE E NOSTÁLGICO

Bentinho vai estudar direito no Largo de São Francisco, em São Paulo. Quando conclui os estudos, torna-se o doutor Bento de Albuquerque Santiago. Ocorre então o casamento tão esperado entre Bento e Capitu. Escobar, por seu lado, casara-se com Sancha, uma antiga amiga de colégio de Capitu. Capitu e Bentinho formam um “duo afinadíssimo”.
Essa felicidade, entretanto, começa a ser ameaçada com a demora do casal em ter um filho. Escobar e Sancha não encontram a mesma dificuldade: têm uma bela menina, a quem colocam o nome de Capitolina.
Depois de alguns anos, Capitu finalmente tem um filho, e o casal pode retribuir a homenagem que Escobar e Sancha lhe haviam prestado: o filho é batizado com o nome de Ezequiel.
Os casais passam a conviver intensamente. Bento vê uma semelhança terrível entre o pequeno Ezequiel e seu amigo Escobar, que, numa de suas aventuras na praia – o personagem era excelente nadador –, morre afogado.
Bento enxerga no filho a figura do amigo falecido e fica convencido de que fora traído pela mulher. Resolve suicidar-se bebendo uma xícara de café envenenado. Quando Ezequiel entra em seu escritório, decide matar a criança, mas desiste no último momento. Diz ao garoto, então, que não é seu pai. Capitu escuta tudo e lamenta-se pelo ciúme de Bentinho, que, segundo ela, fora despertado pela casualidade da semelhança.

Após inúmeras discussões, o casal decide separar-se. Arruma-se uma viagem para a Europa com o intuito de encobrir a nova situação, que levantaria muita polêmica. O protagonista retorna sozinho ao Brasil e se torna, pouco a pouco, o amargo Dom Casmurro. Capitu morre no exterior e Ezequiel tenta reatar relações com ele, mas a semelhança extrema com Escobar faz com que Bento Santiago o rejeite novamente.
O destino de Ezequiel é infeliz: ele morre de febre tifóide durante uma pesquisa arqueológica em Jerusalém.
Triste e nostálgico, o narrador constrói uma casa que imita sua casa de infância, na rua de Matacavalos. O próprio livro é também uma tentativa de recuperar o sentido de sua vida. No fim, o narrador parece menosprezar um pouco a própria criação. Convence-se de que o melhor a fazer agora é escrever outra obra sobre “a história dos subúrbios”.

NARRADOR

O narrador é Bento Santiago, transformado já no velho Dom Casmurro. O foco narrativo é, portanto, em primeira pessoa e toda a narrativa é uma lembrança do personagem sobre sua vida, desde os tempos de criança, quando ainda era chamado de Bentinho.

TEMPO

O tempo da narrativa é psicológico, e não cronológico. Esse recurso é chamado impressionismo, porque o narrador se detém nas experiências que marcaram sua subjetividade. Seria usada pelo escritor francês Marcel Proust em sua obra Em Busca do Tempo Perdido. A falibilidade da memória surge como fator de complexidade, uma vez que uma lembrança só pode ser acessada de um momento presente.
Os acontecimentos, então, passam pelo filtro da subjetividade presente. É por isso que a descrição que o narrador faz de Capitu, como uma pessoa volúvel e sensual, deve ser posta em dúvida pelo leitor. O sentimento de ciúme exacerbado de Bento pode ter desvirtuado a figura da personagem.






Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/

------ Espaço do Professor ------


Uma ideia para o professor é utilizar a data em que foi lançado o livro (1899) para saber um pouco mais sobre o Brasil daquela época. A república havia sido proclamada há dois anos e a capital do País era a cidade do Rio de Janeiro

------ Espaço do Professor ------


Professores podem propor uma discussão comparativa entre a época em que viveu Machado de Assis (1939 - 1908) e os tempos modernos. A partir, pode-se pedir aos alunos que escrevam um conto com base no comportamento de vizinhos e familiares, para que se possa trabalhar a narrativa, a descrição, a ironia.


Dom Casmurro


O marido, a mulher, o amigo íntimo. Adultério? Esta dúvida, que corrói o espírito do narrador de “Dom Casmurro”, pode ser esclarecida? Neste romance, Machado de Assis propõe um surpreendente enigma, enquanto focaliza com habitual ironia a sociedade de seu tempo e apresenta algumas das personagens mais perfeitas da ficção brasileira.

Cada leitura que se faz de “Dom Casmurro” sempre trás aspectos novos e surpreendentes. Este é mais um dos traços da genialidade de Machado de Assis, que promoveu uma revolução na literatura brasileira. A obra do autor compreende vários gêneros e se caracteriza por uma narrativa não-linear em que comentários marginais e irônicos tornam-se o centro de interesse pela abrangência e atualidade. O escritor nasceu e morreu no Rio de Janeiro (1839-1908). Foi fundador e presidente da Academia Brasileira de Letras.

Vamos conversar um pouco sobre o romance que você acabou de ler. Os exercícios a seguir pretendem ajudá-lo a perceber aspectos importantes de “Dom Casmurro”, de modo a servir como ponto de partida para a sua interpretação.

I. A vida é uma ópera

A. Personagens centrais

Nos capítulos VIII, IX e X de “Dom Casmurro”, Bento Santiago, o narrador, expõe a teoria de um velho cantor sem emprego segundo a qual a história da humanidade seria comparável a uma ópera. Ao “aceitar” a teoria, Bento diz que a sua própria história se parece com uma ópera: “Cantei um duo teníssimo, depois um trio, depois um quatuor...”. Essa afirmação faz alusão a relações amorosas que serão narradas ao longo do livro. Lido o romance, é possível saber quais os personagens que participaram desses trechos:

a. o duo:___________ e -----------;

b. o trio:____________ , ____________ e ___________;

c. o quatuor___________,_____________,_____________, e_________.


B. Os comprimários

1. Na ópera, os personagens secundários são chamados comprimários.

Em “Dom Casmurro”, podemos encontrá-los entre aqueles que habitam ou circulam pela casa de D. Glória, mãe de Bentinho. Que tipo de personagem formam este grupo?

 2. Um dos comprimários que mais se destacam no romance é o agregado José Dias. Em suas falas, nota-se o emprego constante dos “superlativos”. Como você explicaria este cacoetelinguístico?

3. Nessa pequena sociedade representada pelo círculo da casa de D. Glória, as relações de cortesia, respeito e desprendimento convencionais encobrem muitas vezes interesses velados e obsessivos: de ascensão, de ostentação, de Auto-satisfação. Como a ironia machadiana caracteriza estes personagens?


C. A encenação

Vamos ver agora os personagens se relacionarem na ação do romance.

1. A promessa da mãe de Bentinho impede que ele siga o seu projeto de união com Capitu. A que meios ele procura recorrer para superar os efeitos restritivos da promessa?

a. Adesão:

b. Interferências de poderosos:

c. Aparecimento de um desejo inconfessável:


2. No entanto, a verdade é que a solução a ser encontrada deve satisfazer não a Deus, ou à mãe de Bentinho, mas ao compromisso assumido por esta perante a sociedade, representada pelo grupo de familiares, padre, agregado. A solução final encontrada para o problema, e aprovada por todo o grupo, é muito significativa. Por quê?


3. O narrador refere-se ao período imediatamente posterior ao casamento com Capitu como quem quisesse reter para sempre aquele tempo: “Agora que penso naqueles dias (...) sinto que a vida o resto não sejam tão rijos como as pirâmides”.

No entanto, a estabilidade da rotina conjugal escapa-lhe das mãos, pela imprevisibilidade de Capitu, e pelos ciúmes e suspeitas de Bentinho.

Quando confirma para si suas suspeitas de adultério, ele tem dois impulsos: _________________ e _________________, que não realiza. A separação do casal se dá nos seguintes termos: ____________________________________________________, simulando-se para a sociedade que Bentinho e Capitu ainda se relacionam.

Bento transforma-se em ____________________________, um homem solitário e cético, que perdeu seu mundo.

A narrativa, que teria tudo para terminar num casamento feliz, se fosse uma mera história romântica, torna-se a certa altura uma tragédia, que só não desencadeia de modo violento porque tudo se passa veladamente, “como se Aquiles não matasse Heitor”. Na ironia machadiana, os conflitos e os jogos de interesses ficam escondidos pelas _________________________.


II A AÇÃO

Podemos dividir a ação do livro em duas fases:

1. ___________________________________________________________________________________________________________________-

Na primeira parte, Bentinho e Capitu se unem, vencendo o obstáculo da promessa da mãe de fazê-lo _____________________ . Na segunda, Bentinho e Capitu se ______________________, como resultante das suspeitas e dos ciúmes de Bentinho, concentrados na relação entre Capitu e Escobar.


III – A narração


Revendo o desenvolvimento do romance, pode-se notar que o narrador procura de certa forma, com o livro, “atar as duas pontas da vida”. Quais são essas pontas?

1. No tempo

2. Duas pessoas numa só

3. Duas casas


IV Capitu

A narração procura responder à pergunta “Quem sou eu?”. Mas essa pergunta não pode ter sentido para o narrador se não estiver ligada a outra “Quem é Capitu?”, pois ela é parte essencial da vida de Bentinho.

1. O que significa dizer que Capitu mulher estava dentro da Capitu menina, “como fruta dentro da casca”?

2. Compare os dois capítulos que têm o título de “Olhos de ressaca” (XXXII e CXXIII); qual o significado desta metáfora?

3. Pela narração, podemos afirmar que houve um adultério? Por quê?

4. Complete o quadro abaixo com elementos que confirmam (positivo) e outros que desmentem (negativos) a possibilidade de Capitu.


POSITIVOS                                                                                      

+ Suposta semelhança de Ezequiel com Escobar

NEGATIVOS

- A amizade de Capitu por Escobar não seria necessariamente amor.

V Expressão escrita


1. Resumindo

Fazer o resumo de um texto não significa simplesmente relembrá-lo de uma maneira sintética. O resumo é também uma oportunidade de você apresentar a história lida, na sua versão, uma vez que você vai selecionar os elementos que lhe parecem essenciais à compreensão da narrativa. Assim sendo, aproveite as linhas que seguem para fazer o resumo de “Dom Casmurro”. Procure registrar o fundamental da história em um único parágrafo, com oito linhas no máximo.


2. Relacionando

No texto que você leu sobre a vida e a obra de Machado de Assis – particularmente no subtítulo “E por falar em romance ...” - , é destacada como característica marcante de seu estilo a conversa com o leitor. Releia este trecho do texto, observando especialmente o exemplo dado. Depois, apresente depois trechos de “Dom Casmurro” que sirvam para exemplificar esta característica de Machado de Assis.

3. Refletindo

Leia atentamente o texto que segue, extraído do capítulo CXLVI, “Não houve lepra”:

Onze meses depois, Ezequiel morreu de uma febre tifóide, e foi enterrado nas imediações de Jerusalém, onde os dois amigos da universidade lhe levantaram um túmulo com esta inscrição, tirada do profeta Ezequiel, em grego: “Tu eras perfeito nos teus caminhos”. Mandaram-me ambos os textos, grego e latino, o desenho da sepultura, a conta das despesas e o resto do dinheiro que ele levava; pagaria o triplo para não tornar a vê-lo.

Considerando o enredo de “Dom Casmurro”, como você explicaria a última frase do trecho e, a partir dela, que comentário faria a respeito da personalidade do personagem-narrador?


4. Escrevendo

Em “Dom Casmurro”, Bentinho narra a sua história com Capitu e apresenta, portanto, a sua visão dos fatos. Além disso, ele não demonstra nenhuma certeza sobre o adultério da esposa. Neste sentido, como você julgaria a atitude de Bentinho em relação a Capitu e a Ezequiel? Exponha suas ideias em uma redação.















































Um comentário:

melhordabahia disse...

Show!! Gostaria do gabarito pra fazer a correção. Tem como me solicitar

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